Você acorda numa manhã, olha pela janela e vê um dia nublado, sente frio. Acha o máximo pisar no chão gelado e ter as mãos aquecidas por uma xícara de café. As sensações maleáveis da vida. Quando você pode mudar imediatamente, bastando querer.
As pessoas normalmente se vêem diante de situações que parecem não ter controle. O choro, o riso, tudo é reflexo do interior. Mas o que, de fato, afeta o nosso interior?
Por que não criar uma ponte quando se tem um abismo no peito, se isso tudo não passa de metáforas? Você vai passar tanto tempo imaginando a estrutura e os mínimos detalhes da ponte, que vai se ver do outro lado, com tudo pra trás.
Ou irradiar a alegria que te enche, como o sol. que cada raio seja um sorriso derramado pra iluminar a vida das pessoas ao redor, até perceber que é totalmente composto por luz.
Imaginação, pureza, é o que as pessoas precisam, só pra constar. E só pra saber que sempre vai ter um outro dia, mesmo...
"Ela escrevia muito bem sobre o amor, mas só na escrita que sabia lidar com isso." Mark Hr.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Carta "de" amor
O dia despertou, todo mundo viu um mundo diferente acordar.
Uma manhã estranha, o sol mais forte (mas o calor não esquentava por dentro). Olhava-se para os lados e, ao invés de verem seus amantes, as pessoas viam outras pessoas.
E saíram pelas ruas vendo gente igual, que também via gente igual.
''O AMOR FOI EMBORA''
Havia deixado uma carta nos céus, que o sol fez o favor de ler com seus raios quentes penetrantes, mas que não adentravam-se mais aos corações.
Espaireceu-se cada um e voltaram-se às suas rotinas cansativas. Conformados com a mesmice, desmotivados a procurar. Depois iam pra casa, comiam e dormiam. Sem amor... sem nenhuma forma de amar...
Sem final feliz.
Uma manhã estranha, o sol mais forte (mas o calor não esquentava por dentro). Olhava-se para os lados e, ao invés de verem seus amantes, as pessoas viam outras pessoas.
E saíram pelas ruas vendo gente igual, que também via gente igual.
''O AMOR FOI EMBORA''
Havia deixado uma carta nos céus, que o sol fez o favor de ler com seus raios quentes penetrantes, mas que não adentravam-se mais aos corações.
Espaireceu-se cada um e voltaram-se às suas rotinas cansativas. Conformados com a mesmice, desmotivados a procurar. Depois iam pra casa, comiam e dormiam. Sem amor... sem nenhuma forma de amar...
Sem final feliz.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
E Deus ama, corrige, opera...
Bençãos, presentes, ganhar, possuir... quem anda sobre a sombra da onipresença, onitpotência e onisciência do Deus criador sabe muito bem como é viver apreciando isso nos mínimos detalhes.
A graça de Deus é uma coisa bem surreal, mesmo. Talvez a única coisa não comprável existente nos dias de hoje; não comprável, porém extrema e unicamente conquistável... "é dando que se recebe", como já cita uma oração bem conhecida... se você planta amor, você colhe amor, se você planta alegria, colhe alegria, se você oferece louvor e adoração à algo ou alguém, você recebe aquilo que ele tem pra te oferecer. Daí cada um escolhe a quem ou o que seguir.
Enfim, eu fiquei pensando esses dias como nós humanos somos acomodados... enquanto estamos na graça, recebendo, sorrindo e se regojizando, é fácil fácil louvar à Deus, e eu sei que Ele aprecia isso, mas e quando Ele quer nos ensinar algo, que nem sempre pode ser ensinados através de regalias? Nós simplesmente paramos, escutamos e fazemos nosso papel de bons filhos tentando aprender, ou saimos chutando o balde e reclamando, perguntando por quê disso, por que daquilo, confrontando totalmente o amor do Pai?
(...)
Tá, não precisa responder...
Mas eu digo pra você (como eu meditei comigo mesma) que Deus, assim como os pais, corrige os seus filhos, porque os ama. Um pai que ama e cuida, não mima seu filho ilimitadamente, sabendo que um dia ele vai ter que encarar o mundo "sozinho", e nisso sofrerá frustrações, e com isso poderá não escolher a melhor solução por não saber o que fazer... e é o que Deus nos mostra sempre, que Ele é um pai presente na nossa vida, e que as coisas desagradáveis que acontecem à nós -seus filhos- não são apenas punições por ERROS CONSCIENTES, mas também ensinamentos promissores à futuras conquistas, das quais teremos o dever de agradecer e glorificar somente à Ele, que nos ensinou a vencer.
Romanos 8:28 "Sabemos que TODAS as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito".
Tá doendo?
Nada melhor que colo de Pai pra ajudar a sarar a dor... fora tudo mais que vem por amor.
A graça de Deus é uma coisa bem surreal, mesmo. Talvez a única coisa não comprável existente nos dias de hoje; não comprável, porém extrema e unicamente conquistável... "é dando que se recebe", como já cita uma oração bem conhecida... se você planta amor, você colhe amor, se você planta alegria, colhe alegria, se você oferece louvor e adoração à algo ou alguém, você recebe aquilo que ele tem pra te oferecer. Daí cada um escolhe a quem ou o que seguir.
Enfim, eu fiquei pensando esses dias como nós humanos somos acomodados... enquanto estamos na graça, recebendo, sorrindo e se regojizando, é fácil fácil louvar à Deus, e eu sei que Ele aprecia isso, mas e quando Ele quer nos ensinar algo, que nem sempre pode ser ensinados através de regalias? Nós simplesmente paramos, escutamos e fazemos nosso papel de bons filhos tentando aprender, ou saimos chutando o balde e reclamando, perguntando por quê disso, por que daquilo, confrontando totalmente o amor do Pai?
(...)
Tá, não precisa responder...
Mas eu digo pra você (como eu meditei comigo mesma) que Deus, assim como os pais, corrige os seus filhos, porque os ama. Um pai que ama e cuida, não mima seu filho ilimitadamente, sabendo que um dia ele vai ter que encarar o mundo "sozinho", e nisso sofrerá frustrações, e com isso poderá não escolher a melhor solução por não saber o que fazer... e é o que Deus nos mostra sempre, que Ele é um pai presente na nossa vida, e que as coisas desagradáveis que acontecem à nós -seus filhos- não são apenas punições por ERROS CONSCIENTES, mas também ensinamentos promissores à futuras conquistas, das quais teremos o dever de agradecer e glorificar somente à Ele, que nos ensinou a vencer.
Romanos 8:28 "Sabemos que TODAS as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito".
Tá doendo?
Nada melhor que colo de Pai pra ajudar a sarar a dor... fora tudo mais que vem por amor.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Dia dos namorados realista e auto-suficiente, com conclusão indireta que eu espero poder contar um dia.
Namorar virou comparativo à álbum de coleção; os passos pra um relacionamento feliz são vendidos em livrarias; a essência da paixão pode ser comprada em diversas fragnâncias nas prateleiras dos shoppings....
Mas se isso é a base do amor hoje, aonde ficou aquela plenitude que se sente ao querer bem, ao cuidado que se tem? deve estar em algum lugar sufocada pelo apresso que as pessoas remetem ao padrão de relacionamento perfeito dessa sociedade que PRECISA de uma bela aparência. (Imprescindívelmente com status 'namorando' nas redes sociais, e uma aliança à se ver à quilômetros de distância, porque senão...)
Eu preciso confessar que sou uma despreparada.
Acho que o amor é uma coisa de entrega, de caminhar junto, e se eu não sei nem o que fazer da minha vida, como dedicá-la à felicidade de outro alguém?
Ficar por impulso, pra esquecer ou atingir outra pessoa, são ações que todo mundo já vivenciou (como ator ou telespectador), e que só nos mostram como nosso coração ainda é bebê e não consegue cuidar de qualquer outra coisa que comece a crescer dentro dele (tipo o amor)
Era pra ser meio conscientizador esse post, talvez extirpar a banalização do termo 'relacionamento' na face da Terra, mas talvez eu só esteja sonhando alto demais...
Bom, feliz dia dos namorados, namorados.
E que o meu amor saiba que eu vou cuidar dele até ele estar pronto pra cuidar de mim (em todas as possíveis interpretações que isso possa suscitar)
Mas se isso é a base do amor hoje, aonde ficou aquela plenitude que se sente ao querer bem, ao cuidado que se tem? deve estar em algum lugar sufocada pelo apresso que as pessoas remetem ao padrão de relacionamento perfeito dessa sociedade que PRECISA de uma bela aparência. (Imprescindívelmente com status 'namorando' nas redes sociais, e uma aliança à se ver à quilômetros de distância, porque senão...)
Eu preciso confessar que sou uma despreparada.
Acho que o amor é uma coisa de entrega, de caminhar junto, e se eu não sei nem o que fazer da minha vida, como dedicá-la à felicidade de outro alguém?
Ficar por impulso, pra esquecer ou atingir outra pessoa, são ações que todo mundo já vivenciou (como ator ou telespectador), e que só nos mostram como nosso coração ainda é bebê e não consegue cuidar de qualquer outra coisa que comece a crescer dentro dele (tipo o amor)
Era pra ser meio conscientizador esse post, talvez extirpar a banalização do termo 'relacionamento' na face da Terra, mas talvez eu só esteja sonhando alto demais...
Bom, feliz dia dos namorados, namorados.
E que o meu amor saiba que eu vou cuidar dele até ele estar pronto pra cuidar de mim (em todas as possíveis interpretações que isso possa suscitar)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
O que fazer?
'O que fazer' perante um problema?, 'o que fazer' para ajudar os outros?, 'o que fazer' quando nada tem sentido?
Os momentos ruins da vida são feitos para aprendermos, não para simplesmente sofrermos ou sermos punidos por algo. Eles são nos proporcionados pra exercitarmos cada pedacinho do nosso ser que precisa ser forte, pra cada vez saber lidar melhor com as perdas e danos que acontecem no caminho, e pra ajudar quem ainda está aprendendo a caminhar.
Muitas vezes sabemos o que não fazer em determinadas situações, mas ainda nos perguntamos o que fazer...
Acontece que não fazer o que não se deve ser feito, é a melhor coisa a se fazer... o resto é puro improviso.
Os momentos ruins da vida são feitos para aprendermos, não para simplesmente sofrermos ou sermos punidos por algo. Eles são nos proporcionados pra exercitarmos cada pedacinho do nosso ser que precisa ser forte, pra cada vez saber lidar melhor com as perdas e danos que acontecem no caminho, e pra ajudar quem ainda está aprendendo a caminhar.
Muitas vezes sabemos o que não fazer em determinadas situações, mas ainda nos perguntamos o que fazer...
Acontece que não fazer o que não se deve ser feito, é a melhor coisa a se fazer... o resto é puro improviso.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Fim sem fim
Quando um dia "acaba", uma noite vem; não é que as coisas terminam, só aparecem sobreposições mais encantadoras, enquanto elas ainda estão à vista.
CONTINUA...
CONTINUA...
quinta-feira, 14 de abril de 2011
crescer e saber saber crescer
Como diria Carlos Drummond de Andrade:
''Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?''
Time to grow up.
Engraçado isso... me lembra aqueles jogos de 'Grow Tower' e derivados, onde a gente salva a princesa ou acende a luz só depois que faz tudo certinho.
Algumas pessoas crescem no tamanho, nas perspectivas, no juízo, outras em nada.
Supõe-se que crescer é sinônimo de maturidade, afinal? É quando a gente aprende a se cuidar, não dirigir quando beber; trabalhar; morar sozinho...
Na minha opinião, maturidade é conciliação, não a passagem do estado inocente pro auto-suficiente. É você ter capacidade de cumprir responsabilidades e prazos, sabendo apreciar as cores e os sons QUE AINDA EXISTEM NO MUNDO, sem a necessidade de enxergar suas obrigações em preto e branco, e dormir por 4 horas a cada noite sem sonho algum.
Escolher entre o caminho certo, o errado e o que precisa ser melhorado, mas te leva pro foco principal (esse é meu preferido)
Isso é arriscar, se desafiar, e desafios contingentes, que testam o que a gente aprendeu na época de só aprender, e que estabelecem o nível da destemida maturidade, que as pessoas insistem em confundir com poder.
É o teste final que não tem fim, porque sempre vão ter escolhas novas pra se fazer, e você sempre vai ter que usar do que aprender até lá, sendo com experiências próprias, ou não.
Mortais...
''Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito?
Ou a gente só principia a ser quando cresce?''
Time to grow up.
Engraçado isso... me lembra aqueles jogos de 'Grow Tower' e derivados, onde a gente salva a princesa ou acende a luz só depois que faz tudo certinho.
Algumas pessoas crescem no tamanho, nas perspectivas, no juízo, outras em nada.
Supõe-se que crescer é sinônimo de maturidade, afinal? É quando a gente aprende a se cuidar, não dirigir quando beber; trabalhar; morar sozinho...
Na minha opinião, maturidade é conciliação, não a passagem do estado inocente pro auto-suficiente. É você ter capacidade de cumprir responsabilidades e prazos, sabendo apreciar as cores e os sons QUE AINDA EXISTEM NO MUNDO, sem a necessidade de enxergar suas obrigações em preto e branco, e dormir por 4 horas a cada noite sem sonho algum.
Escolher entre o caminho certo, o errado e o que precisa ser melhorado, mas te leva pro foco principal (esse é meu preferido)
Isso é arriscar, se desafiar, e desafios contingentes, que testam o que a gente aprendeu na época de só aprender, e que estabelecem o nível da destemida maturidade, que as pessoas insistem em confundir com poder.
É o teste final que não tem fim, porque sempre vão ter escolhas novas pra se fazer, e você sempre vai ter que usar do que aprender até lá, sendo com experiências próprias, ou não.
Mortais...
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