Ah vai, eu podia estar fazendo coisa muito pior. Até porque matar uma aulinha de vez em quando faz bem pra descansar a mente pra adquirir novos conhecimentos mais tarde.
Mas esses momentos de tensão, quando a adrenalina de ser pego acaba com suas perspectivas de sucesso no mal feito, bem que poderiam ser descartados...
Acordei eu, hoje, 6:20 da manhã e me preparei como sempre... E meu pai me levou pra escola.
Detalhe: ele me leva, deixa minha no trabalho e depois vai trabalhar.
Daí eu cheguei na esquina do colégio, lembrei de toda infelicidade e frustração que aquele lugar implica e decidi voltar pra casa e descansar um pouco. (ahaan)
Peguei o ônibus e voltei.
Cheguei com aquela satisfação de imaginar que há 20 minutos atrás eu estava prestes a entrar num poço de estress, mas no presente momento estava eu, defronte a minha cama, minha linda e sossegada cama, que me proporciona os melhores momentos da minha vida (ahaan também). Quando, de repente -pra broxar mesmo-, meu pai chega em casa e faz aquela cara de ''que que você tá fazendo aqui, menina?''
''Ah, pai... é que o portão tava fechado e lá não tem segundo horário, você sabe'' (com a minha cara super convincente e persuasiva de sempre) e é claro que ele acreditou, né.
Por fim, fiquei eu aqui, arrependida. Não sei se porque eu não tô com sono mais, porque não fui à aula, porque menti pro meu pai, ou pelo simples fato de ter falhado no meu plano tão lindo...
Só espero que ele não leia isso.
por prevenção: te amo, paizinho!
"Ela escrevia muito bem sobre o amor, mas só na escrita que sabia lidar com isso." Mark Hr.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Identifique-se, ou não
''... e lá andava Maria pela rua, quando, de repente, aparece o João lhe jurando amor eterno em frente à multidão (...) eles se casam, têm filhos e vivem felizes para sempre.''
Daí a Maria acorda assustada e sente aquele aperto no coração por saber que, provavelmente, isso não passará de um sonho. (E que mais provavelmente ainda não irá se repetir). Mas mesmo assim, ela insiste em ter o João na cabeça...
trabalha, estuda, come, dorme, toma banho, interage com todo o mundo, sempre imaginando como seria isso tendo-o ao seu lado...
Às vezes fico em dúvida se ela precisa é de uns bons conselhos ou de uma boa surra.
Mas é assim... as Marias da vida tão por aí... sonhando com seus Joãos deliberadamente, e chorando ao ver que, na realidde, eles tão atrás é das Catarinas!
O que eu quis dizer com tudo isso?
nem eu sei... mas cada um tira a lição que achar mais válida. =*
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Sou mais bonita do lado esquerdo.

Ah, o gosto da vitória
Não, não vim de uma guerra onde só houve sangue e morte, pelo menos não literalmente. Mas o gosto do sucesso é o mesmo.
Sabe aqueles dias em que você acorda com o pé esquerdo e só faz merrrrrda? pois é...
Me fudi bonito em umas coisas, dei as maiores ratas possíveis em outras, mas depois de horas de meditação (no Piquiras por acaso) eu descobri que eu sou tão boa com meu domínio, quanto eu imaginava.
Poxa, é tão besta uma pessoa (1) mudar pra impressionar a outra (2). Ela (2) pode até gostar, mas não vai estar gostando da pessoa (1) de verdade, e sim da performance que ela (1) ta fazendo. Saca?
Se você muda alguma coisa, tem que ser algo que esteja TE prejudicando, ou por capricho próprio, mas não pra agradar ninguém, não. (Abrindo exceção praquelas mudancinhas pra deixar alguém confortável, as quais eu acho muito importantes). Mas é basicamente isso aí.
P.S.1: SE AME.
P.S. 2: apesar da Karla ter abandonado nossa sociedade, eu to muito feliz pelo baby.
domingo, 29 de agosto de 2010
Nos textos anteriores só ouveram controvérsias sentimentais... (tudo muuuuito indireto, né?)
Só que quando se tem sentimentos verdadeiros envolvidos, tudo fica muito sensível, muito dodoizinho. E comparando experiências hoje, eu percebi a grande diferença entre amar de verdade e não amar (mais, talvez); entre querer ser com alguém, e desejar momentaneamente estar.
Cada um tem o seu modo de enfrentar essas situações; finalizando, recomeçando, mudando... mas na maioria das vezes não é para um bem em comum, não existe a consideração e o respeito por quem se entrega tanto à outro alguém. Mas e se nós nos colocássemos no lugar do outro? Ou melhor, e se todos fôssemos sinceros com nós mesmos?
Cada um podia analisar seu coração (não o órgão que pulsa sangue, mas o da alma, o que faz você sentir e entender, ou não, essas complicações) pra ver em que situação encaixar suas condições, porque brincar com o de quem sabe é muito rirículo!
Ao apelo agora...
SEJAMOS CONFIANTES! SEJAMOS CONCRETOS! SEJAMOS SINCEROS! SEJAMOS AUDACIOSOS! SEJAM COMPROMETIDOS!
e corajosos, porque não há nada a perder... nunca se perde tempo quando é amor.
Só que quando se tem sentimentos verdadeiros envolvidos, tudo fica muito sensível, muito dodoizinho. E comparando experiências hoje, eu percebi a grande diferença entre amar de verdade e não amar (mais, talvez); entre querer ser com alguém, e desejar momentaneamente estar.
Cada um tem o seu modo de enfrentar essas situações; finalizando, recomeçando, mudando... mas na maioria das vezes não é para um bem em comum, não existe a consideração e o respeito por quem se entrega tanto à outro alguém. Mas e se nós nos colocássemos no lugar do outro? Ou melhor, e se todos fôssemos sinceros com nós mesmos?
Cada um podia analisar seu coração (não o órgão que pulsa sangue, mas o da alma, o que faz você sentir e entender, ou não, essas complicações) pra ver em que situação encaixar suas condições, porque brincar com o de quem sabe é muito rirículo!
Ao apelo agora...
SEJAMOS CONFIANTES! SEJAMOS CONCRETOS! SEJAMOS SINCEROS! SEJAMOS AUDACIOSOS! SEJAM COMPROMETIDOS!
e corajosos, porque não há nada a perder... nunca se perde tempo quando é amor.
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